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Na última sexta-feira, 23, a cheia no rio Tarauacá atingiu cerca de 80% da popul…


Na última sexta-feira, 23, a cheia no rio Tarauacá atingiu cerca de 80% da população do município de Jordão, no Acre. Mais de 1,7 mil pessoas precisaram deixar suas casas. Parte da cidade ficou sem energia. Comércios, hospitais e órgãos públicos foram interditados.

Nas aldeias onde mora o povo Huni Kuin não há água potável nem sinal de internet. As roças foram destruídas, assim como barcos, motores e estoques de gasolina. Com isso, os Indígenas não conseguem ir até a cidade pedir ajuda.

“O pior não é quando as coisas molham, mas quando a água vai embora. Fica só a lama, a limpeza da casa fica muito pesada. Não tem água potável, só a água suja do rio, que passa pelo esgoto. As pessoas estão ficando doentes pisando nessa lama, ingerindo alimentos que foram molhados por essa água, e elas não têm dinheiro para comprar dos comércios que não foram molhados”, conta a artista plástica e comunicadora Edi Sales Hunikuin (@yaka.hunikuin).

Natural da aldeia Paraíso Tūku Nixi, o jovem Metsapa Huni Kuin (@metsapa_hunikuin), de 22 anos, mora em São Paulo e vê com preocupação o que seu povo está passando.

“As coisas estão mudando desde que os “nawá” (nome que damos aos não indígenas) chegaram ao nosso território. Desmatamento para fazer pasto para gado, drogas, exploração de trabalho na área da seringa (com baixa remuneração e péssimas condições de trabalho). Sem contar com os preços abusivos do comércio na região do Jordão.

Nos últimos anos estamos começando a sentir os efeitos da crise climática, que também é outra coisa que veio com os “nawá”. O que temos visto lá é que o rio Jordão está secando mais a cada ano. Os peixes também estão morrendo. Além disso, tem feito um calor que nunca senti antes.

E agora essas enchentes violentas que começaram há quatro anos. Já acontecia antes, mas não dessa forma. Nesse momento eu estou sem conseguir me comunicar com minha família, e nos primeiros dias eles estavam sem comida.”

Os Indígenas e a população local pedem ajuda. Saiba mais nos perfis @metsapa_hunikuin, @yaka.hunikuin, @ritahunikuin e no site jordao.ac.gov.br



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Dia 2 e 3 de Março (sábado e domingo) o @mangaragastronomia não vai abrir pois e…


Dia 2 e 3 de Março (sábado e domingo) o @mangaragastronomia não vai abrir pois estarei em BRASÍLIA no @roleveggie
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Marca a data e não esquece que no próximo dia 9 de Março tem noite da pizza sem glúten no @mangaragastronomia

#vegano #vegetariano #veganbrasil #veganpoa #veganismo #plantbased

 



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Nosso Sextou Amazônico de hoje é uma história em quadrinhos que traz a voz do Pa…


Nosso Sextou Amazônico de hoje é uma história em quadrinhos que traz a voz do Pacu Seringa, morador da Volta Grande do Xingu, no Pará, Amazônia brasileira. Ele conta o que presenciou, de dentro do rio, desde a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte: o barulho, a luz artificial, a mudança da cor da água, seus parentes nascendo deformados e não conseguindo mais ter filhotinhos, as dificuldades de se alimentar.

A história foi desenvolvida por Sara Lima @rodrigueslimasara7 , jornalista-rio, pescadora, ativista e participante do Micélio, programa de coformação em jornalismo de SUMAÚMA. Para fazer o roteiro, ela entrevistou cientistas-pescadores, que conhecem de perto a realidade dos peixes da região, e contou com a assessoria científico-acadêmica de Jansen Zuanon, biólogo e um dos maiores especialistas em ecologia de peixes amazônicos. Os quadrinhos foram feitos por Pablito Aguiar @pablito_aguiar , que também dá vida ao @guaribasumauma.

Leia em sumauma.com ou no link na bio a história completa. E compartilhe o grito do Pacu Seringa!

Para saber mais sobre o Micélio e ler outras histórias dos participantes, clique aqui: https://sumauma.com/category/micelio/



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A violência no Equador aumentou dramaticamente em 2023. Esse crescimento anda de…


A violência no Equador aumentou dramaticamente em 2023. Esse crescimento anda de mãos dadas com a presença de grupos do crime organizado no país, quadrilhas ligadas ao tráfico de drogas que expandiram seus “negócios” graças à mineração ilegal. Com isso, de 2020 para cá, eles não só conseguiram mais dinheiro, como legalizaram, por meio da lavagem, o lucro das atividades criminosas.

A mineração ilegal nessas localidades é acompanhada por tráfico de armas, explosivos, munições e pessoas. Afeta províncias amazônicas como Napo e Orellana, a menos de 300 quilômetros da capital, Quito — e não só pelo crescimento da violência e das ameaças, que obrigaram as comunidades a aceitarem a presença dos narcotraficantes, mas também por conta da poluição gerada pela mineração.

“Em termos de segurança, a província de Napo registra ações criminosas e atividades ilícitas de grupos do crime organizado que operam há anos (…). Eles tomaram nossa província, Sucumbíos e Orellana”, conta Sandra Rueda, deputada na Assembleia Nacional equatoriana pela província de Napo, que acompanha de perto a situação dessas comunidades.

É por isso que o decreto presidencial que instaurou um estado de emergência, assinado pelo presidente equatoriano Daniel Noboa em 8 de janeiro de 2024, se tornou um ponto de inflexão. Para enfrentar o crime organizado, membros das Forças Armadas e da Polícia Nacional saíram às ruas e entraram nas prisões, que são consideradas os postos de comando desses grupos.

De acordo com diversas pessoas consultadas para este artigo, há uma dívida histórica muito grande do Equador com a Amazônia, onde estão os campos de petróleo que sustentam o país.

Leia mais sobre a mineração ilegal na Amazônia equatoriana que financia narcotraficantes em sumauma.com ou no link da bio.

Reportagem: Carlos Cedeño e Verónica Intriago
Fotos: Rafael Rodriguez/Anadolu/AFP, Armando Prado/AFP, Gerardo Menoscal/AFP, José Jácome/EFE



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POUCAS PESSOAS SABEM APROVEITAR O MAMÃO VERDE Aprenda a fazer um chips de mamã…


POUCAS PESSOAS SABEM APROVEITAR O MAMÃO VERDE ????????

Aprenda a fazer um chips de mamão verde que pode acompanhar pratos ou servir como um delicioso petisco

Hoje é o último dia para adquirir meu livro digital de receitas com preço promocional.
Escreve EU QUERO que você vai receber o link para adquirir.

Para retirar o leite do mamão e cortar o amargor faça vários furos nele e deixe descansar por 20 minutos. Passado este tempo lave bem e descasque.

MODO DE PREPARO:

Fatie o mamão, em um recipiente coloque o suco de um limão, temperos da sua preferência (eu uso apenas pimenta cochugaru), sal e azeite de olive. Eu ainda dou um toque de chef com a fumaça líquida da @agiovacondimenti
Coloque eles em uma assadeira e asse por 20 minutos em fogo médio ou até ficar secos e crocantes.

#pancs #plantas #vegano #receitasveganas #vegetariano #plantbased #veganbrasil #veganportugal #receitaspraticas

Minha faca é @martincutelaria
Meus temperos @agiovacondimenti
Tábua da @tauba_iguatemi

 



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A notícia mais esperada do ano chegou! A piscina de águas naturais da Sede Tere…


???? A notícia mais esperada do ano chegou!

????‍♀️A piscina de águas naturais da Sede Teresópolis o Parque Nacional Serra dos Órgãos reabrirá para uso dos visitantes a partir do dia 01 de março.

Depois de quase 4 anos fechada, a piscina funcionará todos os dias em que o parque estiver aberto à visitação após a contratação de guarda-vidas pelo ICMBio. A Unidade funciona de terça a domingo, incluindo feriados.
Às segundas-feiras o parque permanece fechado para manutenção.

Obs.: Caso o feriado caia na segunda-feira, o parque abrirá normalmente.

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O parque está gratuito em todas as suas áreas: entrada, estacionamento, campings e trilhas.

Atingida a lotação diária de veículos e pedestres, os portões serão fechados e não serão reabertos. Não trabalhamos com sistema rotativo a fim de minimizar o impacto na Unidade de Conservação.

O controle da visitação é feito através de um documento com foto. É obrigatório que todas as pessoas que entrem para visitar o parque estejam portando seus documentos de identificação, este procedimento é essencial para a segurança do visitante.

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✔️ Saiba mais no site oficial (link na Bio)
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????️ www.icmbio.gov.br/parnaserradosorgaos
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???? E-mail para dúvidas: [email protected]
☎️ Sede Administrativa: (61) 2028-9913 / (21) 9.7896-2463 – WhatsApp
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???? Seja um @voluntariadoicmbioparnaso
#ICMBio
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#ParqueNacionaldaSerraDosOrgaos
#VoluntariadoICMBio
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FAZER BERINJELA EMPANADA PODE SER MAIS FÁCIL DO QUE VOCÊ IMAGINA Meu livro d…


FAZER BERINJELA EMPANADA PODE SER MAIS FÁCIL DO QUE VOCÊ IMAGINA ???? ???? ✔️

Meu livro de receita está nos últimos 3 dias de preço promocional. Lá você econtra as melhores e mais práticas receitas à base de plantas.

Escreve EU QUERO que enviamos o link para você.

São receitas exclusivas e autorais, passo a passo e completas para você arrasar na cozinha com saúde e equilíbrio.

Minha Dólmã é @useroyalchef
Temperos da @agiovacondimenti
Tábua da @tauba_iguatemi
Facas do @martincutelaria

#receitassaudaveis #veganportugal #veganbrasil #receitasveganas #vegetariano #plantbased #plantas #saudavel #organico

 



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Levantamento inédito da organização Global Witness (@global_witness) revela que …


Levantamento inédito da organização Global Witness (@global_witness) revela que um a cada três bois comprados por JBS, Marfrig e Minerva de fazendas localizadas no Cerrado mato-grossense foi criado em área desmatada para virar pasto.

Os dados levantados pela Global Witness em Mato Grosso são sintomas de um problema maior: o Cerrado é o bioma mais devastado pelo avanço do agronegócio no Brasil. Além do gado de corte, monoculturas de larga escala como soja, milho e algodão produzem sucessivos recordes de desmatamento. Em novembro de 2023, o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) divulgou que o Cerrado brasileiro perdeu impressionantes 11 mil quilômetros quadrados de vegetação entre agosto de 2022 e julho de 2023. É uma área equivalente a duas vezes o tamanho do Distrito Federal, que possui 5,76 mil quilômetros quadrados.

“A Amazônia possui proteções legais que o Cerrado não tem. Portanto, acreditamos que fazendeiros que atuavam na Amazônia estão se deslocando para áreas no Cerrado. Essencialmente, eles estão deslocando o problema”, diz Veronica Oakeshott, chefe de campanhas florestais da Global Witness, em entrevista a SUMAÚMA.

Leia mais em sumauma.com ou no link da bio sobre o Cerrado, o bioma sacrificado.

Reportagem: Rafael Moro Martins
Fotos: Marizilda Cruppe/Greenpeace, Amanda Perobelli/Reuters
Infográfico: Rodolfo Almeida/SUMAÚMA



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